Entre outros temas, o evento «Women in the World», realizado no fim de semana passado, abordou a utilização de novas tecnologias poderosas para mudar o destino das mulheres nos países em desenvolvimento. Alguns dias antes do evento, o The Daily Beast destacou dez tecnologias específicas que tiveram um impacto positivo na vida das mulheres. Uma das tecnologias destacadas foi a Iniciativa Jokko da Tostan, um programa que utiliza mensagens de texto para criar uma rede social e educativa e que tem ajudado as comunidades a debater mais profundamente o abandono da mutilação genital feminina (MGF) e do casamento infantil/forçado.
Eis um parágrafo do artigo «Tecnologias que capacitam as mulheres», de Tom Watson:
10. Comunidades Conectadas
Quando aldeias remotas ficam interligadas, os preconceitos culturais contra as mulheres podem mudar rapidamente. Veja-se a Iniciativa Jokko no Senegal, cujo nome deriva da palavra que significa «comunicação» em wolof, a língua nacional do Senegal. A Jokko é um projeto conjunto da UNICEF e da Tostan, uma ONG que tem liderado o movimento para abolir a mutilação genital feminina e o casamento infantil forçado. O programa utiliza uma plataforma de rede social baseada em mensagens de texto para «formar os formadores» mais rapidamente — voluntários locais que vão de aldeia em aldeia a falar com os seus pares sobre «democracia, direitos humanos, resolução de problemas, higiene e saúde, alfabetização, matemática e gestão», segundo a Tostan. O resultado? Menos mutilação genital feminina e casamentos infantis.
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