A colunista do NY Times, Judith Warner, destaca a abordagem única da Tostan.
Nova Iorque, NY, 1 de outubro de 2009 – Judith Warner, do New York Times, escreveu sobre a abordagem de «Molly Melching – Tostan» à mutilação genital feminina (MGF), referindo que se trata de uma «visão de mudança verdadeiramente radical — e, ao que parece, eficaz».
O artigo dedica algum espaço a descrever e elogiar a metodologia que a Tostan emprega para facilitar uma transformação social positiva em oito países africanos. Warner destaca a natureza «respeitosa» da abordagem da Tostan – referindo que esta visa chegar às pessoas reconhecendo, em primeiro lugar, as normas sociais, crenças e práticas; encontrando pontos em comum e, em seguida, construindo em conjunto sobre aspirações partilhadas, tais como a segurança, a dignidade e uma vida melhor para os filhos. É apenas através da construção deste terreno comum e desta relação que a Tostan consegue capacitar as comunidades para identificar práticas sociais, tais como a mutilação genital feminina e o casamento infantil/forçado, que estão em desacordo com as aspirações comuns das comunidades.
Warner sugere que este modelo, que teve sucesso onde muitos outros falharam, poderá revelar-se «bastante eficaz» nos Estados Unidos se for aplicado a questões sociais controversas, como o aborto e a reforma do sistema de saúde. Warner argumenta ainda que está «ao oposto» das implacáveis «táticas de difamação» empregadas por Michael Moore no seu novo filme «Capitalismo», a que ela chama «o jogo da vergonha».
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